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O chat

No app, cada projeto tem um chat: você conta a campanha em poucas linhas, marca os documentos do plano, e um assistente monta o pedido, cota a simulação e explica os achados.

  1. Você escreve o que quer simular: onde, para quem, por quais canais, por quanto tempo. Os documentos marcados vão junto.
  2. O assistente diz o que entendeu, em tópicos curtos: as UFs e municípios, o público, os canais com os dias e a intensidade, a data de início e o horizonte, as réplicas e os indicadores. Cada tópico é uma decisão que você corrige com uma frase.
    • Onde a mídia chega: quando você nomeia uma cidade, a mídia chega só nela; o boca a boca segue alcançando qualquer pessoa. Para a UF inteira, ele diz que a mídia vai para o estado todo.
    • A data: ele parte da data de hoje. Uma campanha “no mês que vem” começa no dia 1º do mês seguinte.
    • As réplicas: 2, a menos que você peça mais. Cada réplica é uma rodada inteira: mais réplicas estreitam a faixa e aumentam o preço.
    • A renda: ele lê as faixas de renda pessoal mensal da grade do cenário e diz quais incluiu.
  3. Ele cota a simulação pelas mesmas regras da cotação e mostra o preço. O cartão da proposta mostra o nome do job, onde a mídia chega, o início, os dias e as réplicas.
  4. Você roda com o botão Rodar a simulação. O assistente nunca envia um job sozinho.
  5. Quando o job conclui, ele lê os achados e explica a saturação, o efeito de cada canal e o alcance, sempre com o resultado do teste fora da amostra da UF.

Se você não sabe por onde começar, o assistente oferece um modelo da biblioteca, com as premissas escritas, e o cota para a cidade que você disser. O assistente consulta também o perfil da cidade, como contexto. Ele recusa persuasão eleitoral dirigida a candidato, partido ou voto, e qualquer alvo em pessoa identificável.

Se o projeto guarda uma base de clientes, o assistente prepara uma calibração a partir dela:

  1. Ele lê as colunas da base, os tipos e as datas, nunca a linha de uma pessoa.
  2. Ele diz como vai ler a base: qual coluna é a data, o município, a pessoa e o evento, e quais tipos de evento contam como adoção. Se a base tiver data de nascimento (ou idade) e sexo, ele os oferece também: com eles, a calibração aprende quem adota, e não só quantos. Se tiver CEP, ele oferece a série por área de ponderação (um conjunto de bairros), com as pessoas de CEP ambíguo fora e contadas. Você confirma ou corrige.
  3. Ele monta a série, por código, e diz, pelo nome, quais municípios ficaram de fora pelo piso de 5 pessoas e quanto da base eles somavam. Com idade e sexo, o piso vale para cada combinação de município, faixa etária e sexo, e ele diz quantas ficaram de fora.
  4. Ele propõe a calibração: a janela, o holdout, os parâmetros livres e as faixas, e o preço. Você roda com o botão Rodar a calibração.
  5. Quando ela conclui, ele explica o veredito e, se fizer sentido, propõe simular a partir dela.

Na página do projeto, em Contexto do projeto, os membros escrevem o negócio, o plano e o que importa, e guardam os documentos. O assistente lê o texto em toda resposta e consulta os documentos quando precisa.

  • São do projeto, não da conversa. Um plano enviado numa conversa fica disponível para todas as conversas do projeto, e o assistente o consulta quando precisa.
  • Formatos: PDF, DOCX, DOC, XLSX, CSV, HTML, TXT e MD, até 4,5 MB cada. Slides vão como PDF exportado do PowerPoint, do Keynote ou do Google Slides; uma planilha XLS, salva como XLSX.
  • Não envie uma base de pessoas como documento: um documento vai inteiro ao modelo de linguagem. A base vai em Bases de clientes, onde o assistente nunca lê a linha de uma pessoa. Como proteção, a plataforma recusa a planilha que tem, nas primeiras linhas, uma coluna de CPF, e-mail, telefone ou nome, ou que passa de 5.000 linhas. A conferência é automática e não pega toda base: ela é uma rede de segurança, não a regra.
  • Limites: até 5 documentos por mensagem e 100 por projeto.
  • Quem envia e apaga: membros, admins e donos do projeto. Apagar um documento o remove para sempre; as conversas que o usaram ficam com uma nota.

Cada mensagem consome créditos pelo texto que o assistente lê e escreve, na tabela do chat. Antes de cada resposta, o valor máximo dela é reservado; depois, é cobrado só o que foi usado. Sem saldo, a mensagem não é respondida. A simulação que você roda pelo chat tem o preço de sempre.

O texto das mensagens e os documentos vão a um modelo de linguagem, num provedor de nuvem que pode processá-los fora do Brasil. Eles não são guardados pelo provedor, não são usados para treinar modelos e não são repassados ao fornecedor do modelo. Veja Privacidade.